Enviado pela
Comunicação Social da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
Até o fim
deste ano cerca de 700 agentes da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) vão
se formar nos cursos de capacitação do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de
Praças (CFAP) e estarão aptos a compor a corporação.
Desde 2014, nenhum curso era realizado pela instituição em função da crise econômica do Estado. A informação foi divulgada pelo direto-geral de ensino e Instrução da Secretaria de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Coronel Lobasso, nesta quarta-feira (09/10), durante reunião da Frente Parlamentar em Defesa da Polícia Militar da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Desde 2014, nenhum curso era realizado pela instituição em função da crise econômica do Estado. A informação foi divulgada pelo direto-geral de ensino e Instrução da Secretaria de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Coronel Lobasso, nesta quarta-feira (09/10), durante reunião da Frente Parlamentar em Defesa da Polícia Militar da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
“Muitos
cursos estavam parados quando assumimos a direção e já começamos a regularizar
essa situação. Temos no CFAP por volta de 1.500 policiais cursando e vamos
receber até o fim do ano os remanescentes dos concursos de 2014, que são cerca
de 1.800 policiais e vão ingressar no curso. Provavelmente, no término do
próximo ano eles já estarão prontos para trabalhar nas ruas”, projetou Lobasso.
O coronel
também antecipou que até 2021 serão abertas mais 2 mil vagas de Curso de
Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS). A formação é indispensável para a mudança
de graduação, que abre caminho para promoções. Segundo o diretor, cerca de 10
mil praças estão aptos a realizar a prova para o CAS, sendo que 40% das vagas
vão ser destinadas aos policiais mais antigos e 60% serão preenchidas por
prova. Ele também reforçou que essas capacitações deveriam ser realizadas
anualmente.
Promoção de
praças
Outra
questão levantada na audiência foi a proposta apresentada pelo presidente da
Frente Parlamentar, deputado Renato Zaca (PSL), de alteração no decreto que
regulamenta a promoção de praças por tempo de serviço. A ideia do parlamentar é
garantir que os segundos-sargentos que já tenham 20 anos de serviço sejam
promovidos a primeiro-sargento independente do CAS. Caso o agente faça o curso,
ele poderá ser promovido a subtenente a partir de 25 anos de polícia.
“Já enviamos
essa indicação ao governador Wilson Witzel e estamos lutando por essa
alteração. Temos uma quantidade grande de segundos-sargentos aptos a serem
promovidos à graduação de primeiro-sargento, mas por não terem o curso ficam
estagnados na carreira. A audiência foi muito produtiva porque conseguimos
tirar dúvidas em relação a muitas questões”, destacou o parlamentar.
A limitação
da idade na progressão funcional da carreira na área administrativa da
instituição também levantou críticas durante a reunião. De acordo com o
decreto, o oficial só pode fazer o curso até os 44 anos. “Há uma preocupação do
Governo do Estado muito grande na manutenção da carreira desse profissional
precocemente, mas esse limitador no acesso à progressão salarial dificulta esse
agente a querer ficar na ativa.
Se houvesse uma mudança nessa questão seria possível manter esse agente, que está em condições físicas, nas ruas por mais tempo”, justificou o coronel Bombeiro Militar da Reserva, Adilson Libanio. As propostas foram ouvidas também pelo deputado Gil Viana (PSL), que esteve presente na reunião.
Se houvesse uma mudança nessa questão seria possível manter esse agente, que está em condições físicas, nas ruas por mais tempo”, justificou o coronel Bombeiro Militar da Reserva, Adilson Libanio. As propostas foram ouvidas também pelo deputado Gil Viana (PSL), que esteve presente na reunião.


Comentários
Postar um comentário